Este é um ESPAÇO DE CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DO TECNICO EM MEIO AMBIENTE, é realizado pela Especialista em Educação NECA MACHADO > Bacharel em Direito Ambiental > nmmac@live.com Fotos possuem direito autoral > proibida remoção
CLAUDIA
CLAUDIA
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
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segunda-feira, 29 de junho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
APURAR RESPONSABILIDADES
O
Ministério Público do Amapá (MP-AP) e o Ministério Público Federal (MPF-AP),
por meio das Promotorias de Justiça de Ferreira Gomes e Porto Grande, e da
Procuradoria da República no Amapá, realizaram, na manhã desta sexta-feira (8),
reunião com órgãos ambientais e representantes das empresas responsáveis pelas
obras e operação das Usinas Hidrelétricas localizadas no rio Araguari, para
apurar responsabilidade pela enchente ocorrida, ontem (7), na sede do município
de Ferreira Gomes.
A
reunião, que também contou com a participação do Governo do Estado, Prefeitura
de Ferreira Gomes e sociedade civil organizada, foi conduzida pelos Promotores
de Justiça, Laércio Mendes e Fábia Nilci, titulares das Promotorias de Ferreira
Gomes e Porto Grande, respectivamente, além do representante do MPF, procurador
da República Thiago Cunha de Almeida.
MP-AP e MPF-AP apuram o que teria provocado a cheia do
rio Araguari, na manhã de quinta-feira (7), alagando parte do município de
Ferreira Gomes. Os membros dos MPs ouviram as explicações de técnicos do
Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP) e
Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA), além de engenheiros e
representantes das empresas Ferreira Gomes Energia e Engenharia Cachoeira
Caldeirão.
Após
coletar as informações, o Ministério Público do Amapá e Ministério Público
Federal, elaboraram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), onde ficou
definido o que cada órgão do Governo do Estado do Amapá deve fazer para
detectar as causas do evento, apurar as responsabilidades e quantificar os
danos causados à população de Ferreira Gomes.
“Ressarcir
os danos causados às famílias é o mínimo que as empresas responsáveis pelas
obras nas hidrelétricas podem fazer. É preciso que os órgãos do Estado, como
IMAP, que concedeu as licenças, e SEMA intensifiquem as fiscalizações para
evitar que isso volte a ocorrer”, destacou o promotor Laércio Mendes.
PARA SER AVALIADO PELO FUTUROS TMA > PROBLEMA OU IMPACTO AMBIENTAL?
“CIDADE
FOI VARRIDA PELO RIO ARAGUARY” (Prefeito Elcias Borges)
KIT
ENCHENTE DO RIO ARAGUARY
Depois
da inundação do município de Ferreira Gomes no estado do Amapá, o Prefeito da
cidade vem a publico e diz que ao perderem TUDO a população agora irá receber
um KIT limpeza e KIT ELETRODOMESTICO da empresa responsável pelo sinistro.
DEVERIAM
TAMBEM ENTREGAR UM KIT MADEIRA, para a população subir suas casas a espera de
um novo sinal. Como prevenção.
PERIGO
SÃO
OS INESCRUPULOSOS QUE NEM RESIDEM NO MUNICIPIO
Para
muitos amapaenses que doaram pertences as pessoas atingidas pela enchente é
preciso organização e entrega imediata do que foi arrecadado e selecionar quem
realmente mora no local, porque OPORTUNISTAS DE PLANTÃO JÁ ESTÃO SE MUDANDO PRA
LÁ.
PODE
( )
PEGANDO
CARONA NA DOR ALHEIA.A POLICIA TEM QUE FICAR DE OLHO.
SUMIRAM
Por
lá sequer não apareceu a BANCADA DOS FEDERAIS.
domingo, 10 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Política Nacional de Resíduos Sólidos > AULA DO DIA 05.05.2015
Política Nacional de Resíduos Sólidos
que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.
Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).
Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo.
Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva.
Além disso, os instrumentos da PNRS ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.
domingo, 3 de maio de 2015
DE VITIMA A ACUSADA > IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA A SER INVESTIGADA
terça-feira, 28 de abril de 2015
PROBLEMA AMBIENTAL DOS MAIS GRAVES EM MACAPÁ
É importante esclarecer que a poluição sonora não é, ao contrário do que pode parecer numa primeira análise, um mero problema de desconforto acústico.
O ruído passou a constituir atualmente um dos principais problemas ambientais dos grandes centros urbanos e, eminentemente, uma preocupação com a saúde pública.
Trata-se de fato comprovado pela ciência médica os malefícios que o barulho causam à saúde. Os ruídos excessivos provocam perturbação da saúde mental. Além do que, poluição sonora ofende o meio ambiente e, conseqüentemente afeta o interesse difuso e coletivo, à medida em que os níveis excessivos de sons e ruídos causam deterioração na qualidade de vida, na relação entre as pessoas, sobretudo quando acima dos limites suportáveis pelo ouvido humano ou prejudiciais ao repouso noturno e ao sossego público, em especial nos grandes centros urbanos.
Os especialistas da área da saúde auditiva informam que ficar surdo é só uma das conseqüências. Os ruídos são responsáveis por inúmeros outros problemas como a redução da capacidade de comunicação e de memorização, perda ou diminuição da audição e do sono, envelhecimento prematuro, distúrbios neurológicos, cardíacos, circulatórios e gástricos. Muitas de suas conseqüências perniciosas são produzidas inclusive, de modo sorrateiro, sem que a própria vítima se dê conta. [3]
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Governo do Estado veta projeto de Lei para preservar ecossistema de áreas de ressaca do Amapá
Governo do Estado veta projeto de Lei para preservar ecossistema de áreas de ressaca do Amapá
O projeto de autoria do deputado estadual
Paulo Lemos não apresentou diretrizes necessárias ao solicitar o direito
de fornecimento de serviços públicos essenciais às pessoas que fixaram
moradia nessas áreas
O projeto de autoria do deputado estadual Paulo Lemos não apresentou diretrizes necessárias ao solicitar o direito de fornecimento de serviços públicos essenciais às pessoas que fixaram moradia em áreas de ressaca no Estado do Amapá.
O parecer do GEA considerou que a lei é uma forma genérica de corrigir defeitos identificados na legislação vigente, ao invés de trazer soluções concretas para a situação dos moradores dessas áreas alagadas.
Segundo a justificativa, a ocupação dessas áreas naturalmente frágeis, com moradias, tem gerado conflitos cada vez maiores devido à perda da biodiversidade, desmatamento de matas ciliares, contaminação dos recursos hídricos e, por outro lado, péssimas condições de habitação.
Aspecto jurídico
A Lei Estadual nº 0835, de proteção às áreas de ressaca foi instituída em 2004. Ela trata da ocupação urbana e periurbana, reordenamento territorial, uso econômico e gestão ambiental das áreas de ressacas localizadas no Estado do Amapá, e, consequentemente, da preservação, da importância dessas áreas para o meio físico, biológico e principalmente para a população amapaense.
Nessa normatização, vedam-se novas ocupações e uso de áreas de ressaca, exceto para execução de obras de infraestrutura. Em síntese, dentre os princípios que norteiam a Lei Estadual, correspondente à proteção dada às áreas de ressaca consideradas patrimônio ambiental, ressalta-se a prevalência do interesse coletivo sobre o interesse individual, a gestão democrática do desenvolvimento urbano e ambiental, e a manutenção do equilíbrio ambiental, tendo em vista as necessidades atuais e das futuras gerações.
Gabriel Dias
gabrieldiasap@gmail.com
Da Redação - Agência Amapá
sexta-feira, 24 de abril de 2015
REGRAS DA ABNT 2015 > APOIO
Um conteúdo tão simples e bacana que merece ser compartilhado com vocês:
“As regras da ABNT 2015 são
fundamentais para fazer a formatação dos trabalhos acadêmicos,
principalmente o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). As normas são
usadas internacionalmente, mas reguladas no Brasil pela Associação
Brasileira de Normas Técnicas.
Quando o conhecimento científico está
dentro das normas técnicas, ele indica confiabilidade e segurança. As
normas também ajudam a organizar as informações e estruturá-las dentro
de um trabalho.
Qual a importância da ABNT nos trabalhos acadêmicos?
As normas da ABNT são
importantes nos trabalhos de pesquisa porque criam uma uniformidade, ou
seja, um padrão que é facilmente compreendido por pesquisadores de todo o
mundo.
A cada ano, a ABNT costuma revisar as
suas regras e atualizá-las. As mudanças efetuadas são poucas, mas é
muito importante que o estudante procure conhecê-las a fundo para
adaptar a formatação dos seus trabalhos.
Regras da ABNT para TCC
Deixar o TCC dentro das normas da ABNT não
é tarefa fácil. Além de conhecer as regras gerais, o estudante também
precisa se informar sobre as exigências da sua universidade.
Estrutura do trabalho
Capa: deve conter o nome da instituição, curso, autor, título do trabalho, cidade e ano.
Folha de rosto: apresenta
nome do autor, título, cidade e ano e uma breve nota descritiva, que
deve conter o objetivo do trabalho e o nome do orientador.
Dedicatória/agradecimentos: espaço no qual o autor presta homenagens e faz agradecimentos.
Resumo: é um texto, de 150 a 500 caracteres, que sintetiza em um único parágrafo as ideias do trabalho.
Sumário: serve para apresentar as enumerações das páginas e as respectivas seções do trabalho. O alinhamento é à esquerda, sem recuo.
Introdução: deve conter os temas que serão tratados no trabalho, além da justificativa e do objetivo do TCC.
Desenvolvimento: a principal parte do trabalho, que deve conter a exposição do assunto tratado de forma detalhada e completa.
Conclusão: é a finalização do trabalho, onde o autor recapitula o assunto e fala um pouco sobre os resultados.
Regras de formatação
Não sabe como formatar o trabalho de conclusão de curso? Então acompanhe a seguir as principais regras de formatação do TCC:
Numeração da página: a
contagem começa na folha de rosto, mas só aparece a partir da
introdução. Os algoritmos devem aparecer sempre no canto superior
direito, a 2 cm da borda.
Margens: a superior e a esquerda devem ter 3cm de distância da borda. Já a inferior e a direita devem apresentar margem de 2cm.
Títulos: é importante que sejam escritos no tamanho 12, usando Arial ou Times New Roman.
Texto: o texto do TCC deve ser escrito com fonte Arial ou Times, com as letras no tamanho 12 e espaçamento de 1,5 entre as linhas.
Notas de rodapé: letras com tamanho 10 e espaçamento simples.
Citações
Direta: traz o
sobrenome do autor em caixa alta, o ano de publicação e a página da
citação. Esta informação deve estar entre parênteses e separada por
vírgulas. Se a citação tem menos de três linhas, então ela é feita no
corpo do texto, contando com aspas duplas. Quando a citação tem mais de
três linhas, ela deve ter um recuo de 4 cm com relação ao restante do
texto, sem destaque de aspas.
Indireta: é uma citação feita dentro do próprio texto, só que deve conter sobrenome do autor e ano de publicação entre parênteses.
Referências:
Livro: sobrenome do autor em caixa alta, nome do autor, título em negrito, edição, cidade, editora e ano de publicação.
Exemplo: PELCZAR JUNIOR, J. M. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Makron Books,. 1996.
JORNAL DO DIA DIVULGA MATERIA SOBRE MEIO AMBIENTE
EM
BUSCA DO SELO ORGANICO
Por > Neca Machado . Especialista em Educação
Profissional
Professora de Educação Ambiental do Curso Técnico em Meio
Ambiente do CEPGRS-AP.
São
duas irmãs ávidas pela produção e qualidade de seus produtos na área da
agricultura orgânica no Amapá.
Aldarlene
e Alberlane descobriram que o diferencial de seus produtos está na qualidade e
motivadas por um crescimento profissional buscaram aperfeiçoamento no Curso
Técnico em Meio Ambiente do Centro de Educação Profissional Graziela Reis de
Souza.
O
entusiasmo predomina nas duas que já conseguiram transferir para o Pai morador
e agricultor do Km 09 que é necessário mudar as antigas técnicas com utilização
de agrotóxicos para o cultivo de legumes somente com o sistema de Compostagem
natural, utilizando a Moinha (pó de madeira) predominante nas serrarias do
Amapá.
Elas
agora pretendem concluir o curso de Técnicas em Meio Ambiente e desenvolver
projetos na área de agricultura familiar para conseguirem perante as instituições
o selo que irá certificar os produtos que elas produzem em uma área de 4000m²
na linha “E” do Km 09
Produtos
orgânicos sem agrotóxicos traduzem um estilo de vida com qualidade, e não são
produtos comercializados em grande escala, atingem um publico esclarecido, dão
qualidade de vida a quem os consome, alem do sabor ser o diferencial.
O
SELO ORGANICO é mais uma meta a ser atingida e elas sabem que as suas
caminhadas não serão em vão, produtos cultivados em um sistema familiar onde o
conhecimento agregado a qualidade de seus produtos irá elevar o nome do Estado
do Amapá como um referencial de que as novas gerações estão preocupadas com os
alimentos produzidos sem o uso de agrotóxicos.
As irmãs mudam a conceituação de
que filho de agricultor continua a tradição empírica das produções sem o
conhecimento científico, elas fazem o percurso contrario, e vão à busca de
conhecimento científico para melhorar a agricultura familiar.
Louvável
os novos pensamentos de jovens como Aldarlene e Alberlane.
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