CLAUDIA

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terça-feira, 31 de março de 2015

AULA DE 31.03.2015 (7ª AULA) EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO AMAPÁ

 

As questões ambientais no Estado do Amapá, apresentam problemas diversificados, decorrentes , principalmente, do fluxo migratório de outras regiões, fazendo-se necessário o desenvolvimento de programas e projetos de Educação Ambiental direcionadas e integradas aoensino formal e não formal, com a participação da sociedade civil, OEMAS, ONGs.

As questões ambientais no Estado do Amapá, apresentam problemas diversificados, decorrentes , principalmente, do fluxo migratório de outras regiões, fazendo-se necessário o desenvolvimento de programas e projetos de Educação Ambiental direcionadas e integradas aoensino formal e não formal, com a participação da sociedade civil, OEMAS, ONGs. A Representação do IBAMA, no Amapá coordena vários projetos, como o de Controle e Fiscalização, Quelônios da Amazônia, Unidades de Conservação, Manejo Florestal, Reserva Extrativista e Educação Ambiental em conjunto com o governo do Estado do Amapá, INCRA, EMBRAPA, FUNASA, AMCEL, SOPREN, CEFORH, SEMA, Policia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros, Prefeituras Municipais, escolas públicas e privadas, Universidade Federal do Amapá e a imprensa de um modo geral. O NEA desempenha um papel importante na aproximação dos diversos setores da Representação Estadual do IBAMA/AP, bem como no tocante a ligação com os diversos parceiros que atuam nas questões sociais, ambientais, políticas, éticas, culturais, científicas, tecnológicas e econômicas. Entre os projetos desenvolvidos pelo NEA/AP, estão os seguintes: - Projeto de Capacitação de Recursos Humanos para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia com os respectivos sub-projetos, Treinamento em Educação Ambiental para Agentes Multiplicadores no Município de Oiapoque, Treinamento em Educação Ambiental para agentes multiplicadores da Reserva Extrativista do Rio Cajari, Treinamento em Educação Ambiental para Professores e Lideranças Comunitárias no município de Pracuuba e Treinamento em Educação Ambiental para agentes multiplicadores no Assentamento Bom Jesus, no município de Tartarugalzinho/AP, todos inseridos no Programa Amazônia Sustentável; Projeto Prevenção Combate e Controle as Queimadas e aos Incêndios Florestais no Amapá, inserido no Programa Amazônia Fique Legal; Projeto de Educação Ambiental nas Unidades de Conservação e nas áreas de proteção de Quelônios da Amazônia que abrange os municípios de Macapá, Pracuuba e Afuá/PA e o Distrito de Bailique. Todos eles centrados na concepção metodológica de um processo participativo, interdisciplinar e multi-institucional através da prática dialógica, com a partilha do conhecimento, respeitando a identidade dos grupos locais e a sua pluralidade cultural, ao mesmo tempo buscando a construção coletiva do conhecimento. o caráter transformador para gestão adequada dos recursos sócio-ambientais.
Responsável: William Elias Fone: (96) 214 - 1124 Fonte: Ibama

domingo, 29 de março de 2015

COMEÇOU O "REPLANTIO" DE MUDAS NAS JARDINEIRAS VAZIAS DE MACAPÁ




Neca Machado Mas é preciso UM PROJETO DE PAISAGISMO SERIO > Valorizando PAISAGISTAS, URBANISTAS, ARQUITETOS e um estudo sobre as melhores mudas a serem plantadas > TEM ARVORES SOMENTE DE FLORES LINDAS, que poderiam dar certo, é só observar umas que foram plantadas na frente da residencia governamental.

ISSO AI NÃO VAI DAR CERTO > 

Voces lembram de um Secretario que começou a plantar na orla e TODAS AS ARVORES MORRERAM ?

quinta-feira, 26 de março de 2015

AULA DE 26.03.2015 > ARTIGOS PARA ANALISE EM CLASSE



PROBLEMAS AMBIENTAIS NO AMAPÁ





ARTIGOS PARA ANALISE EM CLASSE COM A DOCENTE NECA MACHADO


(08 ANOS TEM ESSE ARTIGO)


“A realidade mostra que a maioria dos criadores de búfalos não faz o manejo adequado das pastagens, mantendo um número de animais maior do que a pastagem suporta. É por isso que acontece a degradação da pastagem, ou seja, a cada ano o pasto vai perdendo a produtividade e esta condição por sua vez causa os impactos ambientais.”





1.     Criação de búfalos causa problemas ambientais no Amapá

Fonte: EMBRAPA > (Data: 30/07/2007) >



Na pecuária do Amapá, o rebanho de búfalos já é três vezes maior do que o bovino. Porém, a quantidade não é proporcional à qualidade do manejo dos animais e da pastagem. Essa distorção provoca problemas ambientais como degradação das pastagens, diminuição de animais silvestres e surgimento de plantas invasoras, principalmente o algodão bravo. O alerta é do pesquisador da Embrapa Amapá (Macapá-AP), Paulo Meirelles, que há cerca de duas décadas estuda o assunto. "Toda atividade humana causa impacto ao meio ambiente. No caso da pecuária, o impacto é minimizado ou ampliado dependendo da gestão da propriedade onde são criados os animais”, ressalta Meirelles.

O rebanho de búfalos no Amapá é estimado em torno de 180 mil pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), enquanto o de gado bovino está em cerca de 60 mil cabeças. Os bubalinos estão distribuídos em áreas inundáveis do Estado, nos municípios de Amapá, Pracuúba, Cutias do Araguary, entre outras localidades da costa do Amapá.



A realidade mostra que a maioria dos criadores de búfalos não faz o manejo adequado das pastagens, mantendo um número de animais maior do que a pastagem suporta. É por isso que acontece a degradação da pastagem, ou seja, a cada ano o pasto vai perdendo a produtividade e esta condição por sua vez causa os impactos ambientais. “É necessário que os produtores ajustem os animais à quantidade de pastos, é uma mudança de foco procurar a qualidade em vez de quantidade. As áreas de pastos estão sendo manejadas com número de animais superior ao que a pastagem suporta”, observou Paulo Meirelles.

Algodão bravo - Um dos problemas que resultam do modo equivocado na criação de búfalos no Amapá é o aparecimento da planta chamada algodão bravo. Esse problema já se acumula há cerca de 25 anos. Hoje é a principal planta invasora dos pastos do Amapá. Estudiosos do assunto apontam que existem cerca de 100 mil hectares de pastagem nativa do estado atingidos pelo algodão bravo, um arbusto que se dissemina rapidamente, e por ser uma planta tóxica mata o animal.



O uso de herbicida no algodão bravo, entretanto, não é recomendado, porque no Ministério da Agricultura não existe registrado nenhum princípio ativo para matar esta planta. Uma forma de combate recomendado pela Embrapa é a roçagem controlada, um processo lento, mas que é necessário para tentar controlar o avanço intenso do algodão bravo nos pastos do estado. “No Amapá, o problema atingiu uma proporção tão grande que está difícil o controle. Tem que haver uma mudança de consciência e não achar que a natureza é quem tem de cuidar dos búfalos. A solução é ajustar o número de animais à área de pastagem. Quando põe animais demais, o pasto enfraquece e morre e o algodão bravo toma conta”, diz Paulo Meirelles.

Histórico - Os fatores que incentivaram a criação de búfalos no Amapá são a rusticidade e adaptação a ambientes inundáveis, resistência a doenças e manejo simplificado. O programa de incentivo a bubalinocultura nasceu em 1975, ou seja, há 32 anos. A quase totalidade do rebanho bovino tem por finalidade a produção de carne (95%), sendo o restante destinado a uma inexpressiva produção de leite, cuja média é de apenas três litros por vaca por dia.

Quanto aos bubalinos, o Amapá conta com aproximadamente 180 mil cabeças (13,5% do rebanho nacional) e detém o segundo maior rebanho da Amazônia. A pecuária de corte ainda está fortemente marcada pelo uso extensivo da terra e por um baixo padrão zootécnico, o que se reflete na baixa rentabilidade por hectares. No Estado existem 16.709 km2 de pastagens nativas de terras inundáveis e algumas centenas de milhares de hectares de pastagens nativas nos cerrados, pastagens que representam a principal fonte de alimentação dos rebanhos. A integração dos sistemas de pastejo dos campos inundáveis com os de cerrado, tem grande potencial para incrementar a produção pecuária do Amapá, sem a necessidade de desmatar áreas de floresta densa.

Dulcivânia Freitas- DRT/PB-1.063


Tels: (96) 3241-1551 - Ramal 215 / 9902-9959
Fax: (96) 3241-1480

Data: 30/07/2007

Fonte: EMBRAPA


quarta-feira, 25 de março de 2015

Paisagismo e Jardinagem - Dicas Faça Você Mesmo!

BIOJÓIAS

COMO FAZER UM RELATORIO TECNICO > MODELO



MODELO DE RELATÓRIO


*     Formatação do relatório
          - Papel A4
          - Margens (cm): esquerda: 3,0; direita: 2,0; inferior e superior: 2,5
          - Fonte para o corpo do trabalho: Times New Roman, 12
                                                              ou Arial, 11
                                                              ou Verdana, 11
          - Espaçamento: 1,5
          - Títulos e subtítulos destacados em negrito (sugestão: todo em letra maiúscula).
          - Sugestão: Utilizar o template para compor o relatório.


*     Componentes importantes do relatório

1.   TÍTULO: nome do experimento realizado, número da prática.

2.   RESUMO: um texto contendo entre 5 a 8 linhas resumindo todo o relatório: objetivos, procedimentos, resultados e discussão (se for o caso).

3.   OBJETIVOS: com verbo no infinitivo, indicar o(s) objetivo(s) da prática.

4.   INTRODUÇÃO: teoria necessária para o entendimento da prática e discussão posterior dos resultados. Esta teoria deve estar devidamente referenciada com numeração sequencial.

5.   MATERIAIS E MÉTODOS: este deve ser apresentado em 3 subítens:

5.1       Materiais
Informar, na forma de itens, todos os materiais e equipamentos utilizados, exceto reagentes.
5.2       Reagentes
Informar, na forma de itens, todos os reagentes, com formulação e concentração.
Ex:
1. Ácido clorídrico concentrado (HCl)
2. Solução aquosa de ácido clorídrico (HCl) 0,50 mol/L

5.3       Procedimento Experimental
- Descrever todo o procedimento experimental realizado, com detalhes.
- Colocar um fluxograma do procedimento experimental ou um esquema da montagem do experimento.
- Os verbos devem estar no passado e de forma impessoal (não usar titulamos e colocamos e sim titulou-se ou foram titulados, colocou-se ou foram colocados).

6.   RESULTADOS E DISCUSSÃO
- Colocar todos os resultados alcançados na ordem em que foram adquiridos ou descritos no procedimento experimental.
- Os resultados devem ser apresentados com clareza e organização.
- Fazer uso de tabelas (ou quadros) e gráficos, quando conveniente. Gráficos facilitam a ilustração de uma tendência de comportamento, logo, devem ser priorizados se os resultados permitirem. Observar comentário **.
- Todos os resultados numéricos devem apresentar unidades.
- Observar o uso correto de algarismos significativos.
- Todos os procedimentos que envolvem reações químicas devem apresentar as devidas reações efetivas na sequência do processo.
- Todos os cálculos (principais desenvolvimentos de obtenção de dados) devem também ser apresentados neste item.
- Explicar todas as observações experimentais (mudanças de cor, turvação, mudança de temperatura, etc.) e os resultados obtidos (obtenção de um produto ou subproduto, rendimento, massa, concentração, etc.)
- Todos os resultados devem ser discutidos com embasamento químico. Este é o item do relatório em que os resultados são associados com considerações teóricas. Exige, portanto, do relator, conhecimentos e pensamento crítico. É o item de maior peso no relatório. 
- Se o resultado diferir do que é esperado a partir da teoria, considerar criticamente as possíveis fontes de erro.

7.   CONCLUSÕES
Apresentar as conclusões a partir dos resultados obtidos de forma clara e resumida.

8.   REFERÊNCIAS
Listar as referências consultadas para a realização do relatório de acordo com a ABNT. Indicar as referências no texto, com a numeração adequada.


MENOS DE 01 MÊS 180 VISUALIZAÇÕES > SUCESSO


EDUCAR TAMBEM É DAR AMOR. FELIZ ANIVERSARIO ROBERTO


segunda-feira, 23 de março de 2015

CONCEITO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS

Os problemas ambientais são consequência direta da intervenção humana nos diferentes ecossistemas da Terra, causando desequilíbrios no meio ambiente e comprometendo a qualidade de vida. A seguir, veremos os principais problemas que ocorrem na atualidade:



Chuva ácida

A chuva ácida é provocada pela produção de gases lançados na atmosfera. Há agentes naturais que fazem isso, como, por exemplo, os vulcões. A atividade humana, contudo, é a principal causadora do fenômeno. Indústrias, usinas termoelétricas e veículos de transporte (que utilizam combustíveis fósseis) produzem subprodutos que se agregam ao oxigênio da atmosfera e que, ao serem dissolvidos na chuva, caem no solo sob a forma de chuva ácida.

Devemos lembrar, contudo, que os poluentes, carregados pelos ventos, podem viajar milhares de quilômetros, provocando chuvas ácidas em locais muito distantes das fontes poluidoras.

A chuva ácida, ao atingir o solo, empobrece a vegetação natural e as plantações. Também afeta a fauna e a flora de rios e lagoas, prejudicando a pesca.

Algumas medidas podem atenuar a formação de chuva ácida: economia de energia, uso de transporte coletivo, criação e uso de fontes de energia menos poluentes, utilização de combustíveis com baixo teor de enxofre, etc.

Desmatamento

O desmatamento é uma das intervenções humanas que mais prejudicam o planeta. Pode causar sérios danos ao clima, à biodiversidade e às pessoas. Desmatar prejudica os ecossistemas e leva à extinção de centenas de espécies.

Árvores são grandes absorvedoras de dióxido de carbono, um dos gases causadores do efeito estufa (ver abaixo). Portanto, quando o homem derruba florestas, também intensifica o problema do aquecimento global (ver abaixo).

Dentre outras consequências, o desmatamento provoca degradação do solo, aumento da desertificação e erosões, muitas vezes comprometendo os sistemas hidrográficos.

As políticas de reflorestamento, muito comentadas nos dias atuais, são apenas soluções parciais, pois, ainda que ajudem a conter o aquecimento global, dificilmente conseguirão recuperar a biodiversidade das regiões afetadas.


Efeito estufa

O efeito estufa é um mecanismo atmosférico natural que mantém o planeta aquecido nos limites de temperatura necessários à preservação da vida. Se não houvesse a proteção do efeito estufa, os raios solares que aquecem o planeta seriam refletidos para o espaço e a Terra apresentaria temperaturas médias abaixo de -10oC.

O efeito estufa ocorre quando uma parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera, entre os quais o gás carbônico ou dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O).

Ocorre que, com a queima de florestas e a exagerada utilização de combustíveis fósseis, grandes quantidades de CO2 têm sido lançadas na atmosfera. A emissão desenfreada desse e de outros gases acentua o efeito estufa, a ponto de não permitir que a radiação solar, depois de refletida na Terra, volte para o espaço. Isso bloqueia o calor, aumentando a temperatura do planeta e provocando o aquecimento global (ver abaixo).

Para se discutir o problema e encontrar soluções, várias reuniões internacionais têm sido realizadas. O principal documento aprovado até agora é o Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, que estabelece metas de redução dos gases para diferentes países.


Aquecimento global

Trata-se do aumento da temperatura média da superfície terrestre. Alguns cientistas acreditam que, em breve, as temperaturas médias poderão estar entre 1,4oC e 5,8oC mais altas, quando comparadas às temperaturas de 1990.


Segundo alguns pesquisadores, o aquecimento global ocorre em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente os derivados da queima de combustíveis fósseis. Esses gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes de difícil dispersão, provocando o efeito estufa.

Entre as principais consequências do aquecimento global, os cientistas apontam:

a) aumento do nível dos oceanos, provocado pelo derretimento das calotas polares, o que pode provocar, no futuro, a submersão de cidades litorâneas;

b) desertificação: o aumento da temperatura somado ao desmatamento provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando os ecossistemas e, muitas vezes, criando desertos;

c) ampliação do número de furacões, tufões e ciclones (a maior evaporação das águas dos oceanos potencializa esses fenômenos); e

d) surgimento de violentas ondas de calor, o que pode provocar a morte de idosos, crianças e várias espécies de animais.


Buraco na camada de ozônio

O gás ozônio envolve a Terra na forma de uma frágil camada que protege a vida da ação dos raios ultravioleta (emitidos pelo Sol). Os raios ultravioleta causam mutações nos seres vivos, modificando as moléculas de DNA. Em seres humanos, o excesso de ultravioleta pode causar câncer de pele e afetar o sistema imunológico.

Nos últimos anos, contudo, cientistas detectaram um "buraco" na camada de ozônio, exatamente sobre a Antártida, o que deixa sem proteção uma área de cerca de 30 milhões de km2.

Pesquisadores acreditam que o gás clorofluorcarbono (CFC) é o principal responsável pela destruição da camada de ozônio. Esse gás é utilizado em aparelhos de refrigeração, sprays e na produção de materiais como, por exemplo, o isopor. Ao chegar à atmosfera, o CFC entra em contato com grande quantidade de raios ultravioleta, que quebram as moléculas de CFC e liberam cloro. Este, por sua vez, rompe as moléculas de ozônio (O3), formando monóxido de cloro (ClO) e oxigênio (O2). Ocorre que esses dois gases não são eficientes para proteger a Terra dos raios ultravioleta.

Em 1985, vários países assinaram a Convenção de Viena - e, dois anos depois, o Protocolo de Montreal -, se comprometendo a diminuir a produção de CFC.

23.03 > ANIVERSARIO ROBERTO > FELICIDADES


DE ANIVERSARIO HOJE UM FUTURO TECNICO EM MEIO AMBIENTE MUITO QUERIDO > FELICIDADES ROBERTO.

PRA VOCE.

"ACASO"
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso.
Antoine de Saint-Exupéry