Este é um ESPAÇO DE CONTRIBUIÇÃO AO CONHECIMENTO DO TECNICO EM MEIO AMBIENTE, é realizado pela Especialista em Educação NECA MACHADO > Bacharel em Direito Ambiental > nmmac@live.com Fotos possuem direito autoral > proibida remoção
CLAUDIA
CLAUDIA
quinta-feira, 21 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
APURAR RESPONSABILIDADES
O
Ministério Público do Amapá (MP-AP) e o Ministério Público Federal (MPF-AP),
por meio das Promotorias de Justiça de Ferreira Gomes e Porto Grande, e da
Procuradoria da República no Amapá, realizaram, na manhã desta sexta-feira (8),
reunião com órgãos ambientais e representantes das empresas responsáveis pelas
obras e operação das Usinas Hidrelétricas localizadas no rio Araguari, para
apurar responsabilidade pela enchente ocorrida, ontem (7), na sede do município
de Ferreira Gomes.
A
reunião, que também contou com a participação do Governo do Estado, Prefeitura
de Ferreira Gomes e sociedade civil organizada, foi conduzida pelos Promotores
de Justiça, Laércio Mendes e Fábia Nilci, titulares das Promotorias de Ferreira
Gomes e Porto Grande, respectivamente, além do representante do MPF, procurador
da República Thiago Cunha de Almeida.
MP-AP e MPF-AP apuram o que teria provocado a cheia do
rio Araguari, na manhã de quinta-feira (7), alagando parte do município de
Ferreira Gomes. Os membros dos MPs ouviram as explicações de técnicos do
Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP) e
Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA), além de engenheiros e
representantes das empresas Ferreira Gomes Energia e Engenharia Cachoeira
Caldeirão.
Após
coletar as informações, o Ministério Público do Amapá e Ministério Público
Federal, elaboraram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), onde ficou
definido o que cada órgão do Governo do Estado do Amapá deve fazer para
detectar as causas do evento, apurar as responsabilidades e quantificar os
danos causados à população de Ferreira Gomes.
“Ressarcir
os danos causados às famílias é o mínimo que as empresas responsáveis pelas
obras nas hidrelétricas podem fazer. É preciso que os órgãos do Estado, como
IMAP, que concedeu as licenças, e SEMA intensifiquem as fiscalizações para
evitar que isso volte a ocorrer”, destacou o promotor Laércio Mendes.
PARA SER AVALIADO PELO FUTUROS TMA > PROBLEMA OU IMPACTO AMBIENTAL?
“CIDADE
FOI VARRIDA PELO RIO ARAGUARY” (Prefeito Elcias Borges)
KIT
ENCHENTE DO RIO ARAGUARY
Depois
da inundação do município de Ferreira Gomes no estado do Amapá, o Prefeito da
cidade vem a publico e diz que ao perderem TUDO a população agora irá receber
um KIT limpeza e KIT ELETRODOMESTICO da empresa responsável pelo sinistro.
DEVERIAM
TAMBEM ENTREGAR UM KIT MADEIRA, para a população subir suas casas a espera de
um novo sinal. Como prevenção.
PERIGO
SÃO
OS INESCRUPULOSOS QUE NEM RESIDEM NO MUNICIPIO
Para
muitos amapaenses que doaram pertences as pessoas atingidas pela enchente é
preciso organização e entrega imediata do que foi arrecadado e selecionar quem
realmente mora no local, porque OPORTUNISTAS DE PLANTÃO JÁ ESTÃO SE MUDANDO PRA
LÁ.
PODE
( )
PEGANDO
CARONA NA DOR ALHEIA.A POLICIA TEM QUE FICAR DE OLHO.
SUMIRAM
Por
lá sequer não apareceu a BANCADA DOS FEDERAIS.
domingo, 10 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Política Nacional de Resíduos Sólidos > AULA DO DIA 05.05.2015
Política Nacional de Resíduos Sólidos
que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.
Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).
Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo.
Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva.
Além disso, os instrumentos da PNRS ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.
domingo, 3 de maio de 2015
DE VITIMA A ACUSADA > IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA A SER INVESTIGADA
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